centrípeta

quem não vê este tanto de palavra, ou quem vê este tanto de desenho escondido, pensa até que nada rola dentro desta cuca vulcânica. mas rola sim, e… como sempre…avalanche! rola uma faculdade a vapor, um semi-casamento a jato, uma pedalada quando em vez (do era uma vez). e pedalar é o que faz girar o meu mundo, não tem jeito. hoje, depois de uma aula de spinning (após longa e tenebrosa pausa), eu me lembrei quem eu sou. na verdade cochicharam no meu ouvido enquanto eu tentava subire controlar a rotação, pensando ao mesmo tempo no abdômen e em não forçar joelho, manter braço frouxo, bumbum pra cima, etc. talvez isso de ter pensamentos múltiplos na consciência corporal tenha reativado minha Priscila. esta Priscilinha querida do meu coração. que ama tudo e que quer ser bonita sim. e quer um espírito sarado, se é que me entendem os transcendentes. é bonito cuidar, tentar sarar o doente, tentar recuperar o desestimulado, tentar fazer riso com músculo voluntário. Mas mais bonito mesmo é olhar aqui pra dentro, ou até pra fora, mas de mim mesma. todo dia, de preferência de manhã cedinho, eu me dando uma dose absurda de vontade. se o resto do mundo não gira, eu rodopio sozinha. fico tonta e gargalho, caio no chão, levanto. rodopio de novo. assim é melhor que me enxergam bem mal e não podem ter certeza se eu estou rindo ou chorando. pouco importa, afinal, pra eles. eu estou é centrípeta pra mim!

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