quanto mais menos caibo

vontade contorcida de escrever sobre tudo que não seja eu mesma. sei que não dá, pois eu invado tudo que que me invade e assim fico pregada em cada letrinha, em cada risco de lápis, seja ele grafite, dermatográfico, Contè, crayon E viva todos os lápis, os papéis, todas as superfícies que ampararam ideias, acalmando o coração dos artistas que sabem usá-los. eu ainda não sei. ainda nem me sei artista. por enquanto. tem dado mais desespero por conhecer tudo que caiu num papel, numa tela, num filme, numa foto, depois de muito amolar os pensamentos de um ser bonito da cuca. é reconfortante saber de tanta gente que se manifestou diante desta paisagem louca da vida, esta gente que deixou um olhar seu virar verdade, nas cores e na forma que quis. ô coisa linda que é se fazer livre, de si e pra si!

Anúncios
Esta entrada foi publicada em Uncategorized. ligação permanente.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s