ô gente ingrade!

burungundum. não sei por quê. toda vez que penso em escrever, é a primeira palavra que me vem à cabeça. deve ter um significado espiritual, algo de outras vidas. pode ser um mantra inconsciente também. pode até ser a mistura de nomes; o do meu primeiro amor fica dentro do som. mas hoje, particularmente, eu queria falar sobre consumismo, e sobre a ideia que tive de fazer uma sutil campanha para o consumo consciente. pensei em várias frases legais, em pessoas carregando cartazes que provoquem a reflexão sobre o consumismo e sobre os seus efeitos na qualidade das nossas vidas. pensei isso, várias vezes no dia e em várias intensidades. e um dia vou escrever um livro a respeito, pra ser criticada por psicólogos, sociólogos, e outros ógos egos. por enquanto acato crítica poetóloga. hihihi. poeta não tem ólogo, que beleza! ok, não que eu seja poeta. não,  eu sou uma azeitona. nos ensinamentos de minha não mais tão querida psicóloga: eu sou a azeitona da empada. é o que ela acha que eu acho que sou. prepotência fazendo toctoc de novo. toctoc. ô gente, que que eu faço se eu penso demais, e se eu penso sobre quase tudo? e se o fato de eu pensar tanto acaba me ajudando a fazer coisas bem pensadas? e bem sucedidas? socorro, haja perdão! pensa que não dói esta batida na minha cabeça? toctoc! TOCTOC! quando não é mais uma cambada de pensamento folgado, é a etiquetinha da prepotência, toctoc. se eu sair propondo ao mundo que pense mais sobre o consumo, sobre alimentação e saúde, que que eu ganho? martelada. toooomaaaa! se eu mandar todo mundo ir à pqp, que que eu ganho? então, no fundo, eu tô mesmo é com vontade disso, de realmente desejar coisas ruins para os outros, ou melhor, de não querer o bem de ninguém. não quero querer o mal, não, ainda não engoli mágoa suficiente na vida pra querer me vingar da humanidade. eu queria pessoas de bem, perdoadas por si mesmas, com disposição, vitalidade. queria o mundo inteiro assim. agora, meu zeloso anjo guardador, vou mudar o pedido. quero tudo que sempre quis pra mim, tudo igual e repetido. e não quero mais nada pra ninguém, só se eles mesmos quiserem muito que eu queira e se eu efetivamente puder ajudá-los. mas ainda assim, quero ser esperta e pedir assinatura no contrato, em várias vias e com testemunha, tudo registrado em cartório. como diria Vinícius: Saravá!

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