duza-me!

Ai, meu Deus. Tem hora que eu leio esse tanto de coisa baranga que eu escrevo aqui, e penso: pára disso, muié! Mas não tem jeito. Parar de fumar, parar de beber, parar de jogar. Parar de escrever gera abstinência cujo resultado é uma loucura mais irreversível que esta das palavras que descem rolando como avalanches por aqui. Eu sou assim mesmo, cheia de lamúria e sentimentozinho desnecessário. Mas também tem dia que nasce uma energia assim fogosa, uma vontade de explorar, de escrever, de contemplar o universo igual se faz com aqueles negocinhos cilíndricos que a gente olha com um olho só. Como que chama mesmo? Aquele que tem umas pedrinhas dentro e elas se mexem e vão se reorganizando pra formar desenhos diferentes. Sabe, quando a gente vira pra baixo e depois desvira colocando no olho e aí parece que vai desabar tudo em você? E vem um desenho lindo escorrendo…? Então, é isso (preguiça de pesquisar o nome no Google). Firmo publicamente – e mais uma vez- dois auto-compromissos: 1) escrever review sobre os filmes assistidos, 2) assistir os filmes que ainda não assisti (rs pretensiosa, eu?!). E mostrar fotos de mim gordinha e por mim tiradinhas.

 

 Imagem

 

Nessa aí, a ideia prévia era fazer vários clicks, focando ora no bonequinho branco, ora no preto, e enquanto isso ir diminuindo a distância entre eles, até que eles se abraçassem. Pensei numa música na época que nem lembro mais, para colocar num slideshow. Acho que era Vinícius de Moraes. Era época do festival Anima Mundi aqui no Rio e eu estava com essa lógica da animação na cabeça. O foco sempre alternado e ambos estavam preparados para o encontro, para o abraço complementar! Sim, eu acho bonito até quando o sal e a pimenta se abraçam, olha só que porre que de boba que eu sou! Galera pensando no tempero, na carne; e eu viajando nO ENCONTRO! Um dia vem me salvar uma nave espacial que identifica os pensamentos excessivos e abduz o excesso das mentes perturbadas. A nave espacial pára no ar, acima das cabeças atormentadas, joga-lhe um cilindro de luz intensa e paralisante, e a partir de então vai puxando todos os pensamentos desnecessários, desperdiçados naquela pessoa. Quem tem a sorte de enxergar o fato, consegue acompanhar os pontinhos de luz subindo da caixola do indivíduo até a base da nave espacial. Dura poucos segundos, mas transforma completamente a vida daquele ser que fora sempre tão entupido. Vem-lhe, em seguida, um sentimento de leveza e de férias inimaginável (porque ele nem imagina mais, rá!). Pois é, eu vou andando pelas ruas com a cuca luzindo, na esperança de que me avistem de longe e venham me sugar as bulhufas. Tomara que não haja um curto circuito ou uma explosão intra-cósmica até lá! Eu amo muito ser apaixonada pela vida…

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