“Matando a sede na saliva”

 

 (10/02/12) 

 

Eu quero a sorte de um amor

correspondido

Não tem bandido que me roube

o fim

 

 

O prazer de destruir-se que eu temia ser masoquismo crônico e eterno hoje se desvendou, mais que nunca, como mais um tentáculo da gigantesca carência humana. Quando eu penso que acabou, tudo fica blues de novo e aí não quer sair do som o instinto. Uma cerveja e um cigarro são piores ou melhores opções? Tem corrida, pedalada, até triathlon inteiro. E eu fujo, por não encontrar tempo hábil. Ou habilidade mesmo. Um par me salvaria se fosse modo compartilhado. Mas eu tiraria a cabeça da água para enxerga-lo. Não para respirar.

 

*Anotações cronologicamente aleatórias em uma agenda pessoal de páginas tão pré-datadas…

 

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