Conforto existencial

 

(09/02/12)

 Fernando Pessoa era o interdisciplinar que eu procurava para afogar meus anseios múltiplos.

Ele era o humano perdido em si mesmo que foi encontrado no livro póstumo da vontade dele.

Hoje ele falou comigo sobre escrever tendo consciência de valor literário e também sobre se achar pessoa extraordinária. Eu queria não ser feita de soberba e prepotência, mas reconheço que há alguma esperança de valor em cada letra que minhas mãos vomitam.

Despretensioso é o esperma que não se produz, nem se ejacula. Mais nada quer.

 

*Anotações cronologicamente aleatórias em uma agenda pessoal de páginas tão pré-datadas…

 

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