Monthly Archives: Junho 2012

Words basket

(13/03/12)   como é que pode   um olhar         carregar          tanta cumplicidade                     nos ombros?!   *Anotações cronologicamente aleatórias em uma agenda pessoal de páginas tão pré-datadas…  

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Adestrem-se

  (06/03/12)   Meus pensamentos andam mais levianos que os seus. Desobedientes, mimados, pervertidos e fúteis. Estudaram no colégio errado ou foram mal educados em casa mesmo. O fato é que eu não sei mais dar castigo e nem pôr … Continuar a ler

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Pra dentro

  (05/03/12)   O fundo mesmo de tudo só se preenche com sexo Muito e/ou sempre   Hipocrisia só excita mais e mais   *Anotações cronologicamente aleatórias em uma agenda pessoal de páginas tão pré-datadas…

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Ventre terno

  (28/02/12)   Mulher é o gênero encarregado do filho pela Natureza. Ela tem calma suficiente no olhar.   *Anotações cronologicamente aleatórias em uma agenda pessoal de páginas tão pré-datadas…  

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Outra dose!

   (11/02/12)   Meu amor ta ali na esquina falando mal de mim   Onde eu vou tem sempre esquina a lembrar: ele não quer de mim   Fosse o amor o bar da esquina eu amaria, sozinha, meu fim   … Continuar a ler

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“Matando a sede na saliva”

   (10/02/12)    Eu quero a sorte de um amor correspondido Não tem bandido que me roube o fim   –   O prazer de destruir-se que eu temia ser masoquismo crônico e eterno hoje se desvendou, mais que nunca, … Continuar a ler

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Conforto existencial

  (09/02/12)  Fernando Pessoa era o interdisciplinar que eu procurava para afogar meus anseios múltiplos. Ele era o humano perdido em si mesmo que foi encontrado no livro póstumo da vontade dele. Hoje ele falou comigo sobre escrever tendo consciência … Continuar a ler

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