Tiete de calcinha vovó

 

Eu amo os doidos

Amo um amor nerdinho sem camisa preta com estampa de banda

Nem tatuagem

 

Amorzinho meigo, atatuado,  pudorento e puro

Puro e delicioso como solo de guitarra osmótico

 

Mas de puro amor parasitou-se o doido, endoidecido

Meiguice discriminada

Intolerável indevassa que ninguém deixa amar louca nas músicas loucas

 

Deixa eu aqui quietinha, gemendo minha serenez pra sua guitarra azul cerúleo

 

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