Monthly Archives: Março 2012

Morte do meu eu bicho

“Why do birds suddenly appear Everytime you are near?”   Sorriso bambo e transparente Tratar com vendedor ambulante Em cada esquina um tenta fugir da natureza insana e adoece na racionalidade antibiótica O amor não significa mais respiração e nuca … Continuar a ler

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A madeira eterniza a árvore

  O gordinho é sempre mais óbvio Tem gente que até hoje procura personagem em mim   Pra perceber que é seta, tem que ver a ponta? Seta de pena voa pro lado indicado?   Eu gosto de quadrado; ainda … Continuar a ler

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Dupla varre-chão

  Eu não me importo de ter a casa mais feia, o corpo menos definido e uma necessidade maior de conversar. Nada disso é tão destoante na sessão cinema-chão-pipoca. O Homem das Cavernas fazia carinho antes de entrar? Ele desenhava … Continuar a ler

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Rispidez na seda

  Todo olhar tem seu tom, tal como toda voz O solto já se habituou a vestir meus contornos (imaginar cor violeta é escudo protetor) Sem curvas eu alargo os passos O largo me tira o medo de rasteira A … Continuar a ler

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Sempre sobra amor no fim de mim

  Eu escancaro Coração como brinde corporativo Você não tem sensibilidade pra publicidade Você só compra o querer que você mesmo inventa? Tenho peninha solidária dos crentes na consciência das próprias atitudes  Tenho dózinha da minha mania de achar motivos … Continuar a ler

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Verbete

  Avó: diz-se daquela que se prepara reassumir a inteireza da cama, num saudoso e terno desacostumar, cedendo o enxoval ainda cheiroso na lembrança Neta: diz-se daquela que se prepara para desarrumar, com explosão de companhia, a caminha pronta da vida, comprando enxoval com pensamento … Continuar a ler

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Anima um cineminha?

“Eu como telas vivas pintadas ao vivo nas ruas Vomito depois aqui As cores das pessoas mudam um pouco no meu estômago” Eu escrevi isso há uma semana e agora parece que encaixou no meu momento Fellini. Um filme pode … Continuar a ler

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